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terça-feira, 30 de novembro de 2021

Magia não é brincadeira! Se ligue irmão!


A Magia; é muito comum encontra-la nas mais diversos meios de comunicação propagandas e chamamentos para "Cursos de Magia". Se você é candidato a um destes cursos, leia e reflita com muita atenção. Uma questão bastante delicada, o Espiritismo e a Umbanda, até onde podemos ir neste sincretismo. A Umbanda é um tipo de Espiritismo? Mas o que é a Umbanda? Devemos refletir sobre um assunto que a todo minuto é discutido nas salas de debates: A Codificação da Umbanda. A publicação de um texto se faz necessária, tratando sobre a "Existência e o Destino pessoal", na visão do Culto Omoloko, vale a pena conferir. Também, nos faz refletir sobre nossos "compadres" e as imagens que são utilizadas nos Terreiros para simbolizarem esta linha tão controvertida. Meus comentários sobre a Mediunidade. 

 O tema que irei abordar é bastante oportuno e contemporâneo servindo como um alerta para o amigo leitor, seja você um leigo, um iniciante dando os primeiros passos, ou mesmo alguém que já trafega há algum tempo por essa Umbanda de todos nós. Falamos também para aqueles que não comungam da nossa fé, mas que no âmbito das suas crenças, religião, filosofia de vida e estudos se debruçam ou tem interesse em Magia. Vivemos uma época bastante conturbada, em que muitos buscam vertiginosamente uma solução para os seus problemas e desejam ardentemente acreditar em qualquer coisa que possa transformar as suas vidas. Se por um lado existe o recrudescimento na adoção de soluções conservadoras e positivistas, calcadas em tradições seculares, imutáveis, perpetuadoras de dogmas; temos na outra extremidade a pluralização das soluções metafísicas e sobrenaturais que abrem um leque infinito para caminhos, que abarcam desde o oculto, passando pelo esoterismo e o misticismo em geral. Evidentemente, que em ambos os extremos, encontramos joio e trigo misturados. 

O foco desse artigo recai justamente sob esse joio que existe na contraparte das soluções metafísicas e sobrenaturais mais propriamente quando envolve a questão da Magia.Indubitavelmente a Magia virou moda. Presente no pacote do movimento "New Age", e disseminada pelo ressurgimento dos círculos néo-pagãos e das organizações esotéricas e ocultas de toda ordem, bem como propagada por uma vasta literatura, deixou a magia de ser tabu e restrito a um seleto grupo de estudiosos e praticantes. Invariavelmente homens e mulheres das mais diferentes classes sociais, idades, condições econômicas e culturais tem destinado o seu tempo e voltado a sua atenção para o seu estudo e prática. Assim encontramos sem muito esforço "magia" para todos os gostos, expectativas, anseios e desejos. 

A vulgarização do assunto e a proliferação indiscriminada de vários tipos de métodos de ensino e prática trouxeram conseqüências danosas para a Magia, sua integridade como arte e ciência e principalmente com respeito a sua função original. Essa massificação indiscriminada contribuiu para a disseminação dos famigerados "cursos de magia". Qualquer um tem hoje à sua escolha diferentes tipos desses ditos "cursinhos" que prometem ao seu final, dotar o interessado de conhecimentos suficientes para que se torne um "mago" e domine a forma e a prática de se utilizar os processos mágicos para uso próprio; em prol de outrem ou para os mais diversos objetivos e metas. Acreditam piamente esses incautos, que de posse dos seus certificados estão aptos como "magos". 

Como poderiam pensar diferente esses menos avisados, se seus preceptores se investem de uma aura de conhecimento e poder. Normalmente esses preceptores são pessoas que tiveram revelações fantásticas ou são assistidos por "mestres", às vezes por toda uma plêiade de seres "iluminados" que os transformam em fiéis depositários de uma tradição qualquer. De preferência sui generis, mas que permitam todo o desenvolvimento de um negócio lucrativo e rentável para o seu bolso. Facilmente encontramos esses "Mágicos de OZ" na mídia propalando seus cursos, seus conhecimentos, colocando seus prosélitos para darem testemunho de suas façanhas e tentando a todo custo vender suas fórmulas prontas de sucesso, felicidade e prosperidade. 

Muitos produzem uma literatura paralela para respaldar teoricamente os seus ensinamentos, muitas vezes com teorias que vão de encontro diretamente à lógica, à razão e ao bom senso, inclusive batendo de frente e ferindo de forma crassa as valorosas descobertas da gnose humana. Vestem-se de longas capas coloridas, suas túnicas esmeradas ou simplesmente roupas brancas; desembainham suas espadas, seus "athames", seus cajados ou varinhas, recitam fórmulas estranhas, riscam um belo círculo no chão, escrevem alguns sinais ditos cabalísticos ou mágicos; mexem em caldeirões vistosos, rezam conjurações e evocam entidades, espíritos e forças elementais; acendem velas coloridas, um incenso aqui outro acolá e pronto o circo está armado. Alguns desses muito raramente usam a verdade com seus alunos e realmente sabem alguma coisa. 

Tem sim muitos bons mestres no Brasil, mas o orgulho deles e o egoísmo diminuem seus poderes. Pois os conhecimentos são ampliados quando se juntam a humildade e a caridade. Assim é a verdadeira Umbanda. Pó de pirlimpimpim, fantasias. Definitivamente esse tipo de manifestações nunca foi não é, e jamais será Magia. Alerta amigo leitor! Não se aprende Magia em cursos intensivos, anuais ou de longa duração como se fossem cursinhos de pré-vestibular ou algo parecido. Ninguém se transforma em Mago da noite para o dia, tão somente porque lhe outorgaram um certificado ou um diploma.

Carlinhos Lima - Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador

domingo, 28 de novembro de 2021

Antes de buscar poder, buscai conhecimento




O conhecimento não é uma simples soma ou adição> alguma coisa acrescentada à outra que já existe; mas sim uma mudança ou transformação progressiva da estrutura original, de modo a torná-la, a cada passo, um novo ser. O conhecimento ou o desenvolvimento da Sabedoria no homem é um eterno porvir; uma transformação progressiva na semelhança da Suprema Bondade e do Supremo Poder. Assim vem ensinando a Umbanda Astrológica numa nova filosofia trazendo progressão baseada na estrutura da Tradição original da Astrologia e da Umbanda. Infelizmente, aplicamos à nossa Religião o mesmo egoísmo que expressamos em relação às outras coisas. 


 É o mesmo espírito partidário de nossa política, e isto, mais do que tudo o que parece justificar o egoísmo em geral, é contrário á fraternidade humana e impede a fundação de um "corpo umbandístico", constituído de muitas linhas doutrinárias e litúrgicas. Esta idéia da Fraternidade Universal, que era uma doutrina capital dos Antigos Mistérios - como se acha incluída no primeiro postulado da Doutrina Secreta (H.P Blavatsky) e é, abertamente declarada no terceiro; e a qual ocupa também o primeiro lugar na "verdadeira" Umbanda - é a dedução lógica de nossa idéia de Divindade, e da natureza e significação essencial do Cristo. Mas poucos aceitam isso e tomam para si o “direito” de acumular todo conhecimento adquirido e não repassa-lo a ninguém. 

Então a Umbanda Astrológica vem pregar o contrario de tudo isso. A Umbanda não pode fazer distinção de cor, sexo ou qualquer outra coisa. Nisto esta a sua segurança e, por meio desta, gradualmente produzirá a Fraternidade Universal entre aqueles que se dizem "Irmãos" em Oxalá. Enquanto a mente inferior estiver presa pelo desejo, o homem não pode procurar ou discernir o Bem ou a Verdade. Liberto do Desejo, ou da inclinação pessoal de ser o "melhor", o "mais entendido", o "Codificador" ou "Restaurador" de algo, pergunta e procura o que é bom ou verdadeiro em si mesmo. Quando atinge esse estado e o conserva habitualmente, diz-se que o quadrado ("matéria") está inscrito no triângulo ("espírito"). Então a natureza inferior se acha unida com a Divina ou Alma Espiritual. 

O conhecimento e o poder do homem não permanecem mais limitados ou circunscritos pelo plano inferior, ou o corpo físico; porém, transcendendo-o pela Regeneração (domínio próprio), e tornando-se perfeito na Humanidade, o homem alcança a Divindade. Essa é a significação, objeto e consumação da Evolução Humana; e esta Filosofia define o único processo pelo qual pode ser atingida. Essa é, em resumo, a linguagem e a filosofia do simbolismo, ou do vestuário exotérico ou esotérico da Verdade perpetrada e reconhecida por cada "Escola" Umbandista. 

 O próprio método, além de seus detalhes ou aplicações, possui uma significação mais profunda do que o compreende a maioria das pessoas. Este método de instrução não é imaginário ou arbitrário, mas sim conforme ao processo da Natureza Eterna na formação do átomo ou de um mundo, uma flor ou um homem. Cada um é, por sua vez, símbolo do outro. Daí vem às palavras da Tábua de Esmeralda: O que está em cima é igual como o que está embaixo. Todas as coisas exteriores são, pois, símbolos e incorporações de idéias pré-existentes, e desse reino ideal subjetivo é que todas as coisas invisíveis emanaram. Partidos religiosos, sociedades secretas, seitas de toda espécie, constituíram o panorama variável da vida religiosa do mundo durante os últimos oitocentos anos, E, ao lançarmos nossas vistas ao passado, desde nosso ponto atual, será difícil, às vezes, discernirmos as tradições místicas, se não possuímos a Chave. Tão alto se elevam os clamores dos diversos ritos e tendências dentro da Umbanda, que são a expressão exterior de nossa fé interior. 

A Umbanda já está codificada nestas em palavras: AMOR E CARIDADE. A liturgia, a ritualística e a doutrina, por mais elaboradas que sejam, por mais belas, nada valem se o corpo mediúnico do Terreiro não estiver sendo motivado por estes dois sentimentos. Sendo assim, que os pretensos "codificadores" e "restauradores" da Lei de Umbanda, tenham uma crença inabalável, pois precisarão de força para realizar a façanha de englobar em uma só realidade, em uma a só Doutrina, tanta diversidade, tantas formas de se amar e praticar a Umbanda. 

Antes de ser Umbandista eu era e ainda sou cristão, Doutrina que ainda me agrada, que eu respeito e que ainda faz parte de minha formação moral. Agradeço muito a Doutrina Cristã. Apenas deixei de ser alguém manipulado e com medo, por vários motivos para seguir minha jornada e minha busca espiritual com mais liberdade. Mas, o motivo principal, foi porque as missas e as leituras bíblicas em que eu participava eram marcadas pela falta de segurança e impotência diante de certas situações que são “clássicas”, alem disso insuficientes para responder tantos questionamentos. E, eu não vou mencioná-los agora. Antes de conhecer a Umbanda, como a maioria, eu nasci católico, fui batizado e ainda admiro e respeito todos os rituais católicos. Nas aulas de catecismo, os padres ensinavam-nos que nos terreiros cultuavam seres infernais como Belzebu e Satanás. Até que um dia, movido pela curiosidade, perguntei a um dos Padres, como é que eles sabiam que nos Terreiros eles cultuavam estes seres do mal.

 O Padre recém formado me disse; “Vá até uma das casas de produtos para umbandistas e observem as imagens que comercializam lá e, não será difícil vocês formularem as suas conclusões.” Na verdade é chocante o que vemos nesses lugares. Quando entrei pela primeira vez me tremi todo. Aquilo assusta até umbandistas mais iluminados, pois é uma tremenda aberração. Uma casa de umbanda há meu ver seria bem diferente e um dia se Deus quiser eu ainda abrirei uma com as imagens mais originais e menos grotescas e bizarras do que se encontra nos dias de hoje. E eu sei que já tem muitas casas seria que não vendem esse tipo horrível de imagem deturpadora. Tratei de seguir o conselho e fui até uma destas lojas e vi uma imagem de Exú e outra de Pomba Gira que me chocaram. Eram iguais aos “diabos do inferno”. 

Depois de anos, “empurrado” pela mediunidade, estudei-a e desenvolvi-a, não abandonei o catolicismo, mas há anos não vou à igreja. Mais pra não discutir sobre religião com pessoas que não me vêem com bons olhos. Os dirigentes das casas espíritas que eu conheço respeito e tenho amizade, mas nunca frequentei nenhum centro, sempre dizem que o melhor é me afastar de tais “coisas” (casas de Umbanda). Fazem sempre comentários quanto ao desenvolvimento espiritual das entidades que “baixavam” em Terreiros de Umbanda e Candomblé. Seguindo o modelo kardecista de se acomodar e aceitar os problemas devido à “expiações de vidas anteriores” muitos perdem anos importantíssimos de sua vida. 

Pessoas vitimadas com a magia do mal nos deixam com sérias dúvidas com a eficácia dos trabalhos. (Os sintomas nefastos destas pessoas somem, mas voltavam com o tempo). A desculpa dos dirigentes é sempre a mesma; “Expiações devido ao Karma”. Mas sentimos mediunicamente que não é este o diagnóstico espiritual verdadeiro. Mas como procurar um lugar a Umbanda se feitiços e magias negras também vem desses lugares? O kardecismo impõe um julgamento de auto-análise muito rigoroso e com isso bloqueia a procura pela verdade. Nós viemos a Terra pra sermos espiritualistas e não espíritas, ou seja, pra evoluir o espírito não para sermos escravos. 

 A mediunidade natural e a mediunidade de Prova. É importante definirmos o que é a mediunidade. A palavra médium é uma expressão latina que significa “ meio” ou “intermediário”. O Espiritismo através da codificação efetuada por Allan Kardec apropriou-se dessa expressão para designar as pessoas que são portadoras da faculdade mediúnica. Na Umbanda estas pessoas são chamadas usualmente por: Cavalos, Bestas e Burros. O que eu não concordo e acho que é descrito por entidades irônicas. Allan Kardec no Livro dos Médiuns conceitua: Médium: “pessoa que pode servir de intermediária entre os espíritos e os homens”. Mediunidade: “A Faculdade dos médiuns, ou seja, a faculdade que possibilita a uma pessoa servir de intermediária entre os Espíritos desencarnados e os homens”.


Carlinhos Lima - Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador
30/1/10

quarta-feira, 17 de junho de 2020

A magia de Umbanda-Astrologica




PESQUISAS ASTROLÓGICAS E DE MAGIAS


Ser um mago de magia astrológica é algo de uma combinação não muito fácil, além de estudo e disciplina é preciso dom e escolhas. "Um pouco de conhecimento é uma coisa perigosa" é, naturalmente, um problema perene e quem de nós não tenha caído na armadilha de ter opiniões fortes sobre um assunto que a nossa profundidade ou superficialidade e do conhecimento torna-se prudente? Mágicos que é absolutamente normal no entanto, estão representando a ideia de que eles não podem simplesmente fazer magia astrológica sempre que desejar. 




Magica, é apesar de tudo, sobre a vontade e sobre o exercício do poder e influência. O mago vê a interligação de todas as coisas no cosmos através de laços espirituais da simpatia e diz: "Ei, o que posso fazer com com isso?" O mago precisa exercer a sua vontade, precisa de sentir que são o fulcro da operação mágica.

A vontade é, portanto, uma exigência profissional, por assim dizer. É também a razão que os magos tendem a ser auto-absorvedores, argumentativos, auto-centrados, ego-maníacos. Um mágico, dizendo: "Eu não gosto de calendário astrológico, porque eu quero fazer mágica quando eu quero" é tão individualista como um garoto de fraternidade que diz: "Eu não gosto de beber antes da idade 21 anos". Um deles no entanto, pode ser ser um mágico que não se importa com a restrição externa como um garoto de fraternidade que não é um bebedor compulsivo, isso na verdade depende do dom e equilíbrio de cada um.





Ainda assim, é realmente mais fácil para ensinar astrologia para um mago que a magia para um astrólogo. Mas, cada caso é um caso, existem exceções, missões e escolhas. Claro que um astrólogo moderno vai estar assustado com a ideia da magia porque sua astrologia é "científica" gravidade ou magnetismo ou algo assim. A associação de magia e astrologia é apenas um anacronismo constrangedor astrologia e logo estará tomando seu lugar, juntamente com a química e biologia.

O que é tanto mais estranho é a rejeição bastante difundida de magia pelos astrólogos tradicionais. Eles geralmente reconhecem a base espiritual da astrologia compartilhado por magia, mas não têm nenhum desejo de fazer magia e freqüentemente têm uma aversão quase instintiva a ela. E no fundo é melhor assim, porque magia além de Sagrada, séria é ao mesmo tempo perigosa, foi pelo uso e abuso de rituais banais, simpatias populares ou feitiços baixos que muita gente se perdeu nos caminhos da espiritualidade.





Parte deste, é claro, é profundamente judaico-cristã que a programação é inconscientemente hardware na sociedade moderna, mesmo para os pagãos, conscientemente, que olha para a magia com grande suspeita. Ainda assim as perspectivas de base astrológica é a força fundamental.

Novamente, se considerarmos que o cosmos é um grande ser espiritual, ligados por simpatia espiritual e correspondência, em seguida, o astrólogo olha para esse padrão de forma passiva, ao contrário do método ativo do mágico, e vê os ciclos do céu refletindo os ciclos da Terra .

Estes realmente não estão configurados para fazer muita coisa, embora! Usando vezes o conhecimento eletivo e escolhendo a forma de agir é quase tão longe como um astrólogo compreenderá as formas de se fazer magia de maneira confortável indo com uma segurança maior nas suas buscas. Ou seja, prudencia, conhecimento e prudencia são necessários ao aliar-se magia e astrologia.

Novamente, é engraçado ver os astrólogos insistindo que eles têm sólidas, individualista razões para não fazer mágica quando, na verdade, na maioria das vezes eles estão simplesmente fazendo o que os astrólogos fazem. Na verdade temos mesmo é que estarmos abertos as novas ideias, novos conhecimentos e revelações. É assim que surgem as novas técnicas, muitas vezes conhecimentos fantásticos. Foi misturando Astrologia com espiritualidade, Cabala, Tarô, Xamanismo, Magia e agora com Umbanda que surgiram técnicas fantásticas para ajudar em nossa busca espiritual.

Isso faz com que o mago pelos caminhos da sabedoria astrológica uma vez que combinam as duas abordagens um pouco diferentes da astrologia e magia, desenvolvem novos conceitos, formas e revelações importantes. Na verdade, um pato é uma excelente metáfora sendo aquáticos e aéreos e terrestres, para analisarmos toda essa analogia magistica e astrológica. O mágico mundo da Umbanda com termos de magia astrológica precisa usar vontade, mas depois precisa ser paciente e aplicar e que no momento astrologicamente adequado é que as coisas vão funcionar.

Esta combinação de opostos é muito hermético, na verdade. Hermes é um deus liminar, literalmente um deus das portas, que não são nem de fora do edifício, cruzamentos, nem de uma estrada, nem a outras zonas fronteiriças e outros lugares. Pessoalmente, eu sempre amei ter as duas coisas e ser exatamente nem peixe nem carne, que é, eu acho um excelente exemplo de minha admiração ao grande Hermes Trismegistos.

No final, eu também, deveria perceber que os meus impulsos, desejos e talentos não são minhas criações únicas, ou especial, mas uma expressão de que as forças combinadas em mim revelam. Isto resulta da meditação e contemplação de si mesmo e de uma carta natal.

Ainda assim, para aqueles que desejam seguir um caminho verdadeiro hermética, na tradição do Corpus Hermeticum, que magia astrológica tem seus atrativos. Isso não quer dizer que não há abundância de outros caminhos a seguir, a chave é encontrar um caminho com o coração que é adequada para você.




A magia de Umbanda-Astrológica, baseada nos conceitos do Grandes Mestres, como W.W da Mata e Itaoman, são muito importantes, através dos pontos riscados em Pemba, pela configuração do nome iniciativo e esotérico. Além do mais o conhecimento hierárquico que poderá nos ser revelados através do mapa astrológico e em somas, analises ou profundas combinações oraculares.

Climazzen Astrologia e Umbanda-Astrológica  
Magos e Sacerdotes nos tempos antigos



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sábado, 30 de janeiro de 2010

Na busca espiritual, prudência é fundamental!



Na Umbanda, em que a Magia permeia todos os seus atos litúrgicos e rituais, também precisamos ter o cuidado com aqueles que, teimam de forma reducionista, colocar a Magia como objetivo e fim e não como meio ou ferramenta. Podemos exprimir "MAGIA como a MANIPULAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DA ENERGIA nos vários planos em que ela se manifesta. É por isso que a Magia é a MÃE DE TODAS AS CIÊNCIAS, pois toda ciência estuda as transformações das energias aplicadas a fatores e utilidades várias, alem disso ela foi a primeira a se manifestar no primeiro instante da criação. É também a SABEDORIA INTEGRAL; a ARTE SAGRADA; a ARTE DO MAGO, pois ele sabe como aplicar sua vontade sobre as várias potências, fazendo as mesmas atuarem sobre as transformações da energia de plano a plano, visando é claro atingir um objetivo. Mais objetivamente, diremos que MAGIA é uma concentradora, condensadora de energias que, ao detonar (mudar de plano) libera energia capaz de alcançar o objetivo visado. Isto é feito através das próprias LINHAS DE FORÇA, constituintes de todas as "matérias" mais sutis, sendo que suas condensações formam os estados mais densos, como suas dissociações formam os elementos mais sutis ou menos densos".

Desta forma, a Magia é arte e ciência sob o seu aspecto puramente energético, tendo como função original precípua, servir de instrumento e ferramenta das realizações de um Mago. Chegamos então ao cerne da questão, o Mago. Ninguém alcança essa condição sem ter evoluído espiritualmente. A condição de Mago representa um estágio evolutivo em que o ser humano descerrou definitivamente os véus de Maya, alcançou o autoconhecimento e conseguiu realizar em si a convergência do exterior com o interior.

O Mago é um SER INTEGRAL na mais profunda acepção da palavra. Por isso, caros irmãos, é que enfaticamente afirmo que não se chega ao Grau de Mago através de cursos de fim-de-semana ou modulares de pequenas e longa duração, workshops e seminários. No entanto eles podem colaborar para que achemos nossas potencialidades, descubramos nossos dons e talentos. Foi assim que inicie me busca no caminho do taro. Num tempo em que eu andava desnorteado e confuso fiz um curso de fim de semana e aqui estou eu.

Com mais de quinze anos de experiência e pesquisas estudando uma arte que eu amo. Assim como não alcançamos a perfeição evolucional apenas por lermos livros espirituais, sermos adeptos fervorosos e disciplinados de uma religião etc., mas pra que sabe tirar proveito e é disciplinado e prudente consegue achar muitos conhecimentos importantes. Se faz necessário que tenhamos alcançado a auto-realização, e isto somente é possível após milenares vivências e experiências de aprendizado, não rara vezes necessitando de uma grande quantidade de reencarnações para se atingir essa meta. No entanto nos nascemos pra cumprir missões e metas nesta vida. por isso temos que aprender algo aqui e agora. Por isso o Mestre nos disse: “Quem tem ouvidos ouça”. Isso quer dizer que temos que estar atentos a todo instante.

O verdadeiro mago é aquele que sabe acumular conhecimentos e que não perde tempo nem vacila em instante algum. Logo é imprescindível que antes de galgarmos a escalada na busca do Grau de Mago, busquemos perenemente resolver os nossos conflitos mais emergentes. Estamos em plena vigência do terceiro milênio, vivendo momentos difíceis com várias cisões no âmbito social, cultural, político e econômico, demonstrando que a Humanidade, em sua maior parte, demora-se em valores fundamentalmente materiais e temporais (ilusão), distanciada dos valores espirituais e atemporais (Realidade). Estas cisões são provocadas, sobretudo pela dissociação que existe em nosso interior, consubstanciada na fragmentação da gnose humana nos quatro pilares do conhecimento, Ciência, Filosofia, Religião e Arte.

Em cada um destes quatro setores da gnose humana encontramos uma porta que pode nos levar ao encontro da Origem, o religare telefinalístico com o Sagrado que, por sua vez, encontra-se por dentro e acima desses pilares do Conhecimento Humano. O Movimento Umbandista do Brasil e do mundo, trabalha abertamente para que os consciências da coletividade planetária se abram definitivamente para essência, através das semelhanças, que propiciam a convergência consonante, deixando de lado a forma, dissonante pelas fronteiras das diferenças. Mas nem todos têm esse interesse e se deixam levar pela ganância, egoísmo e egocentrismo desenfreado. Por isso aqueles que têm um auto-grau de consciência não percam tempo e busquem fazer algo por nossos irmãos de fé, como eu estou fazendo agora: repartindo conhecimentos.


Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador

terça-feira, 30 de junho de 2009

O verdadeiro comtemplador de astros



Astrologia é o estudo das estrelas e planetas e do seu efeito sobre o comportamento humano, os eventos e os assuntos da Terra. Ela assume que a posição dos corpos celeste influencia a personalidade: desta forma o microcosmo dos seres humanos espelharia o macrocosmo do universo, refletindo o impulso primordial de prever o futuro. Apesar da desaprovação oficial da religião e da ciência, a astrologia passou recentemente por um renascimento extraordinário.

Ela oferece a possibilidade da compreensão pessoal ¯ a busca pelo autoconhecimento ¯ e concepção de vida. Sustenta um espelho no qual as pessoas podem se ver e se tornar conscientes do seu potencial, diz Peter Marshal.

Ao contrario de muitas crenças que acreditavam em deuses mortos ou invisiveis, a astrologia mesmo trabalhando com simbolos se baseia e mira-se na observação dos astros que são obras da criação. Eu tenho muito orgulho de ser um Comtemplador dos astros, pois até mesmo a fisica atesta que somos filhos das estrelas. E não era a toa que os antigos sabios admiravam e louvavam o sol, a lua e as estrelas.

O estudo da astrologia, como um fenômeno cultural histórico, não é apenas 'sério' e 'importante', mas esteve intimamente relacionado com aspectos essenciais da história da humanidade. Nesse sentido, o estudo da astrologia pode contribuir para um conhecimento da história em sentido mais amplo; elucidando diversos sistemas filosóficos, mudanças de sensibilidades, bem como aspectos políticos importantes de diversas épocas. Mas isso só se torna possivel, para aqueles que busca o conhecimento com isenção livre da idolatria, fanatismo, egocentrismo e que acima de tudo ama a criação, entende a beleza da vida e que compreende que o verdadeiro conhecimento é aquele que nos aproxima do criador.

Em 1610, Johannes Kepler - astrônomo, matemático e astrólogo - publicou um dos seus oito escritos maiores: o Tertius Interveniens. Nesta obra, Kepler lança o conceito do Instinto Geométrico, que alude explicitamente à relação da natureza humana com os corpos celestes. Expressado em terminologia moderna, este conceito enuncia a presença de uma interface que estabelece o contato da Genética com a Astrofísica, tendo, como pano de fundo mediador, a Geometria. Por quase 400 anos as Ciências Naturais não produziram evidências quanto a um princípio supra-estrutural, tal com o conjecturado por Kepler.

Só a partir da década de 1980, com as descobertas feitas pela Genética e pela Bio-Informação, passou-se a levar em conta que há um arranjo geométrico no código genético - e que ele transmite informação, pois dele emanam reações que se estendem até o comportamento humano.

Vemos, assim, que este conceito do Instinto Geométrico hibernou - como idéia incubada - por quatro séculos, até que pudesse ser demonstrado nos termos do conhecimento científico. Vemos também que é em confronto com este tipo de conhecimento que passa a ser examinado o conteúdo dogmático da Astrologia, chamado de Tradição Astrológica. Deste exame resultou o livro, de Ochmann, que pretende retirar do excesso fantasioso desta Tradição algum conteúdo que seja assimilável pelo conhecimento científico. Para o autor, é neste particular que se situa o ponto crítico de todo o conhecimento astrológico: seu arcabouço teórico é inexistente ou vulnerável enquanto não for esclarecida a relação entre a estrutura biológica do Homem e a estrutura do Cosmos. Diz ainda que o próprio Kepler teve clara noção desta falta de esclarecimento - e isto em tempos em que as Doutrinas ainda não precisavam responder ao desafio de provar a sua validade.

Por isso, o autor do livro tenta completar o raciocínio kepleriano, fundado em 1610, valendo-se do conhecimento da Astrofísica, Genética, Embriologia, Bio-Comunicação, Física de Informação e Matemática, bem como de algumas descobertas histórico-antropológicas que envolvem o conhecimento astrológico. Faz inclusive um levantamento sobre o seu desenvolvimento desde 6000 AC, na antiga Suméria, quando o conhecimento foi transmitido a este povo por uma raça superior extraterrestre - tornando o assunto muito mais polêmico do que ele já é, muito embora seu apanhado histórico seja louvável, ainda mais considerando a escassa bibliografia brasileira sobre o assunto.

As influencias da Lua que é o astro mais perto de nós nao podem ser percebidas todos os dias. Estao ligadas as emoções, a agricultura, a digestao, a fertilidade, aos ciclos reprodutivos, as variacoes de humor que sofremos. Se conhecermos melhor os seu poder mitico, poderemos direciona-lo para aliviar o estresse causado pela vida moderna e utiliza-lo como um instrumento de cura e prosperidade. Enfim os segredos da astrologia está contido em enumeros detalhes filosoficos e não apenas em mitos, teorias e pergaminhos. Eles se revelam de muitas maneiras uma das mais eficazes acontece por meio dos dons do buscador por meio da mediunidade. Por isso não depende apenas de se debruçar nos livros, mas o estudioso tem que ser antes de mais nada um escolhido das estrelas e um verdadeiro comtemplador.

Carlinhos Lima - Astrologo, tarologo e pesquisador.

sábado, 7 de março de 2009

Não devemos descartar o conhecimentos dos antigos Mestres



NÃO DEVEMOS DESCARTAR OS ENSINAMENTOS ANTIGOS
Não se trata de apologia ao antigo e sim da construção coerente do pensar Astrológico em torno dos estruturadores de suas bases. Que venho aqui afirmar que não podemos descartar os ensinamentos dos astrólogos antigos sem os quais a astrologia não seria o que é hoje.

É verdade que os astrólogos modernos deram uma roupagem moderna, tornando-a mais aceitável fazendo com que ela ficasse mais popular e respeitável. No entanto temos que ter em mente que a Tradição não pode nunca ser descartada e sim muito bem alinhada aos avanços da modernidade. Se casas, aspectos, progressões, lunações e direções primárias são técnicas que funcionam, quem as construiu formam todos os astrólogos ao longo da historia.

Por isso temos que estudar todos os estudos de todos os astrólogos que possamos encontrar, mesmo que eles pareçam ultrapassados. Afinal, como podemos entender o pensar astrológico sem este domínio? Eu considero a Astrologia uma Ciência com mais de dez mil anos, mesmo que o historiador Alexander Gurshtein, tenha datado o primeiro Zodíaco sistematizado, já em doze signos há seis mil anos antes de Cristo, de origem Suméria. Pois nem tudo que existe precisa de provas para que nós venhamos a acreditar. Muitos chegam a afirmar que a Astrologia possui em torno de duzentos e cinqüenta pais históricos (segundo registros), contando apenas dos helênicos para cá. Mas tenho por certo que muitos outros registros ficaram perdidos no tempo.

Análogo aos estudos de filosofia, onde o pensador não pode deixar de tomar contato com as obras de Aristóteles e Platão, que está apenas há dois mil e quatrocentos anos da presente data, e que sabemos que está longe de conter todos os ensinamentos; o Astrólogo que estuda apenas autores contemporâneos equivale a um filósofo que só estudou conceitos padronizados de Carl Popper que na verdade era um grande pensador.

O "Tetrabiblos" de Cláudio Ptolomeo, muito útil para se entender o sentido e os fundamentos da Astrologia como ciência natural são alguns desses textos básicos que formam sempre usados pelos astrólogos contemporâneos, inclusive estudos das direções primárias (aproximadamente 150 d.c.) e a Astrologia Mundial, entre outros tópicos já encontramos neles.

Outros astrólogos que influenciaram séculos de pensamento podem ser igualmente importantes quando se quer entender o significado da Astrologia. Alguns títulos como o do poeta Marcus Manílius como o "Astronomicon" são referências importantes para se entender às futuras confusões que as pessoas faziam e fazem até hoje entre as constelações e Signos eclípticos, por exemplo ( infelizmente, alguns astrônomos também ).

Em torno de duzentos papiros são comentados, além de um extenso estudo de datação. Podem-se perceber aspectos interpretativos que estão totalmente esquecidos nos dias de hoje. Não havia uma distinção entre mapa natal e planilha de previsões. O Caibalion é um outro texto chave que contém uma das mais importantes e ricas formas de se entender a cosmologia do Egito levada para Grécia. As sete leis cosmológicas de Hermes-Thoth são discutidas nele: o ritmo, a vibração, a polaridade, a causa e o efeito, o mentalismo, o princípio do gênero (sem o qual não se entende a questão dos gêmeos em Astrologia ) e o princípio da correspondência, de onde saiu a expressão: "O que está em baixo é análogo ao que está em cima". Atribuído a hermetistas gregos, traduzido do grego pelo astrólogo e filósofo Marcílio Ficino (Século XV), o "Corpus Herméticum", é outro grande estudo que não se pode deixar de ser estudado com atenção. O efeito astrológico é discutido na ação dos "Daimons ", em um de seus capítulos, essas forças misteriosas que lembram muito as idéias do "universo interligado" da Física moderna que conhecemos hoje.

Al Biruni, em seu " O livro de Instruções dos elementos da Arte da Astrologia", do Século XI, também são textos muito interessante. São Thomas também apresentou os textos de "Suma contra os gentios" e "Suma Teológica", onde o filósofo, discípulo de Alberto Magno (um grande estudioso do Aristotelismo e da Tradição Hermética) discorreu sobre a ação dos corpos celestes sobre o todos os seres humanos. Seus limites de efeito, a liberdade, e a defesa da Astrologia como ciência lícita entre os cristãos é apresentada com uma elegância singular que pouco vemos nos dias de hoje.

Francis Bacon em "Teoria do Céu", e a maravilhosa obra de Kepler: Harmonica Mundi , onde o Astrônomo e Astrólogo, invoca a profunda relação entre as proporções do universo e as leis de ondulatória, relacionando a Astrologia com a Música de uma forma curiosa e inventiva são também autores fantásticos que contribuíram muito para o aprimoramento da astrologia como conhecemos hoje. Também os grandes Placidus e Titius em sua obra "Primum Móbile" e o "Anima Astrologiae" de Guido Bonatus podem compor uma sinfonia que ecoa do passado; como um reflexo vivo de mentes que se dedicavam ao estudo da Astrologia há mais de quatro ou cinco séculos atrás mostrando um grande afeto, respeito e empenho nos estudos dessa fantástica ciência.

Dentre estes, podemos destacar também o "Chirstian Astrology", de William Lilly, ( Século XVII ) em um maravilhoso tratado que apresenta desde as bases elementares da Astrologia, até o estudo das direções primárias, sendo esse um importante conceito astrológico muito usado hoje pelos astrólogos de hoje. A obra de William Lily esse astrólogo fantástico, repleta de uma astrologia árabe antiga, apresenta-se em um inglês para lá de clássico, e em tipografia original.
A obra mestra de Morin de Villefranche: a Astrologia Gallica (Astrologia da Gália antiga França). O pai da Astrologia Moderna discute todo o edifício da Astrologia desde os antigos, até seus contemporâneos. Morin expõe sua "Astrosintesis" técnica hoje conhecida como "Dinâmica de Interpretação" de mapas natais. Também traduzido para o Inglês, trata da questão das previsões. São muitas as raridades e seu campo quase tão vasto quanto o das estrelas. Todos os dias, novas publicações do alemão traduzidas para o Inglês e Francês de estudos maravilhosos que nos revelam muito da Astrologia da Mesopotâmia e Babilônica, pré-Gregas, com muitos estudos que nos fascina ainda mais.

Na verdade todo astrólogo que estuda seriamente acaba se tornando um arqueologista ou um restaurador de conhecimento da Astrologia. Além disso, ler em os textos em línguas antigas e outros idiomas são antes de fundamental, necessário, mas não são muitos que tem esse potencial hoje em dia. Cabe ao leitor, se desejoso de se aprofundar no tema, comprar bons livros de História da Astrologia, e então com muita paciência, ir colecionando por toda uma vida os livros antigos e modernos para entrar em contato com um saber tão antigo quanto à própria civilização. O qual eu considero uma revelação divina.

Eu não me importo com aqueles que tentam desqualificar essa ciência fantástica, pois eles estão enganados quando vê a astrologia apenas como uma possibilidade de adivinhação. Porque estão totalmente enganados. A astrologia não se presta ao interesse de quem quer que seja na tentativa de adivinhar. Ela é sim um estudo que poderá auxiliar o homem a aprimorar-se para que ele compreendendo-se possa se tornar numa pessoa melhor.

Carlinhos Lima – Asatrologo, Tarólogo e Pesquisador.

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