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quarta-feira, 29 de junho de 2011

As reliquias da Religiao

















A fé e a Ciência focando a Bíblia.
Numa tarde de abril de 1947, quando o pastor Juma Mohammed saiu para procurar uma cabra desgarrada ele não sabia que estava às portas de uma das mais preciosas descobertas arqueológicas do século passado. Dentro de uma caverna e de outras dez da região, em Qumran, ás margens do Mar Morto, recolheu-se mais tarde a maior e mais antiga coleção de textos bíblicos conhecidos. Eram mais de 900 rolos inteiros ou fragmentos de pergaminho com quase todos os livros do Antigo Testamento, datados do ano 225 a.C. ao ano 70 a.C. Esse tesouro, que contem também documentos dos essênios, a seita judaica que provavelmente redigiu e guardou os manuscritos.

A curiosidade cientifica em torno da Bíblia acabou por transformar o território de Israel no maior sitio arqueológico do mundo. Nem mesmo no Egito há tantas pesquisas. A Autoridade de Antiguidades Israelense, ministério encarregado de administrar o patrimônio de antiguidades do país chegou a cadastrar 14.000 locais de interesse arqueológico num território de 22.000 quilômetros quadrados, o equivalente à área de Sergipe, o menos Estado brasileiro.

As pesquisas arqueológicas nessa região começaram em meados do século XIX. O primeiro explorador a empregar métodos científicos na busca de documentos históricos foi o americano Edward Robnson, que esteve na Palestina entre 1837 e 1852 identificando centenas de lugares sagrados. A arqueologia bíblica tomou novo impulso em 1920 com a chegada à região de William Foxwell Albright, professor de hebraico na Universidade de Johns Hopkins. Apesar de toda essa riqueza arqueológica, as relíquias do período bíblico nem sempre foram bem preservadas. A reconstrução de uma cidade quase sempre implicava a destruição dos vestígios de cidades preexistentes. Em Jerusalém, os escavadores encontraram varias camadas arqueológicas correspondentes às sucessivas reedificações da cidade.

Graças a essa curiosidade de mão dupla, a Bíblia tornou-se um importante campo de investigação cientifica. Um dos recursos usados pelos cientistas é confrontar os relatos bíblicos com fontes não bíblicas. Nesse caso, existem coincidências instigantes. Os historiadores romanos Plínio e Flavio Josefo, que trataram da rebelião dos judeus contra o império romano no inicio da era Cristã, fazem referencia às pregações de um homem chamado Jesus, que dizia ser o Cristo, pela Palestina. É preciso entender o contexto em que isso acontecia. Naquela época, a Palestina estava ocupada pelos romanos.

Os judeus esperavam ansiosamente pelo messias, o salvador que os lideraria numa guerra santa contra o opressor. Alguns especialistas acreditam que Jesus fosse um desses muitos rebeldes políticos que correriam a região. Era também um tempo em que se vivia em clima de intenso fervor apocalíptico, como mostram os chamados Manuscritos do Mar Morto. Encontrados numa gruta às margens do Mar Morto em 1947, eles contem 600 manuscritos e milhares de fragmentos de relatos em pergaminho, nos quais se anuncia a vinda do messias para breve. Acredita-se que boa parte desses textos foi escrita entre os séculos III e I d.C.

Fora da Bíblia, não existe nenhuma prova de que o menino Davi tenha duelado e vencido o gigante Golias, mas sua existência como rei de Israel já foi comprovado com os achados da arqueologia. No fim do século XIX, um pastor anglicano encontrou em Dhiban, na Jordânia, uma pedra com inscrições em que o rei Mesha, de Moab, relata seus feitos guerreiros contra o “Rei de Israel” e a “Casa de Davi”. Mesha, que teria reinado na pequena Moab no século IX a.C., tem seu nome citado pelo Livro dos Reis, um dos livros do Antigo Testamento.

Davi é mencionado em outra pedra encontrada em Tel Dan, no norte de Israel, em 1993. Graças às escavações, hoje já não se tem nenhuma duvida a respeito da existência real de algumas figuras bíblicas. Em 1990, arqueólogos acharam no bairro judeu da cidade velha de Jerusalém um ossuário em que si lia a inscrição “José, filho de Caifás”. É a primeira evidencia arqueológica a respeito do sumo sacerdote Caifás, que, segundo os evangelhos, presidiu o julgamento de Jesus no sinédrio judeu. Também não há duvidas a respeito de Pilatos, o governante romano que teria lavado as mãos diante da condenação de Jesus. Em 1961, escavações na região de Cesaréia revelaram fragmentos de uma placa indicando que o edifício tinha sido dedicado à “Pontius Pilatus, prefeito da Judéia”.

No entanto muitos relatos continuam sem explicação. Ate hoje não surgiram sinais arqueológicos da celebre batalha de Jericó, em que os judeus comandados por Josué teriam iniciado a conquista de Canaã, a Terra Prometida. Pela descrição bíblica, batalha contra os cananeus foi tão demorada que, a pedido de Josué, Deus fez o sol parar e prolongou o dia até que os judeus conquistassem a vitória. Pelo que se conhece hoje de astronomia, a historia é absurda. Em se tratando do poder de Deus eu considero que nada é impossível para Ele, mas sabemos que o fanatismo e imaginação do homem é o grande criador dos mitos e lendas ao longo da historia humana. Alem do mais estamos cientes que Deus não interfere diretamente do sistema só pra colaborar com algumas pessoas.

Se não nós não estaríamos vendo toda violência e desmandos que estamos vendo hoje. Alem disso só temos conhecimento de fatos aonde Deus veio a intervir diretamente em acontecimentos através da Bíblia e sempre no passado. Por isso não temos como comprovar.

Ainda que dê um desconto no caso do sol, ao verificar se realmente houve a batalha, os cientistas descobriram que na época em que aconteceram os fatos narrados, o século XIII a.C., Jericó simplesmente não existia. Israel Filkenstein, da Universidade de Tel Aviv, sustenta que a ocupação da Terra Prometida ocorreu de forma gradual, durante um longo período, envolvendo povos vindos de diferentes regiões, inclusive do Egito, de onde trouxeram a idéia do monoteísmo. “Eles só tiveram de lutar quando se uniram para formar Israel”.

Essa idéia de que o povo hebreu foi formado de varias tribos sempre foi vista como uma forte possibilidade pelos estudantes de esoterismo, muitos espiritualistas atribuem às tribos vindas dos Ancestrais dos Celtas.

Da mesma forma, Abraão, o patriarca fundador do povo judeu, passou pela Terra sem deixar vestígios. Tanto ele como seu filho Isaac e todos os patriarcas só ganham corpo e figura nas paginas da Bíblia. O que não significa que não existiram. Todas as referencia sociais, econômicas e políticas que compõem o ambiente em que eles viveram coincidem com as circunstancias históricas da época.

O caso mais chocante de falta de registro é o de Moisés e do êxodo, a fuga de 40.000 israelitas dos domínios do faraó do Egito, na qual vagaram pelo deserto durante quarenta anos. Entre 1967 e 1982, período em que Israel ocupou o Deserto do Sinai após a Guerra dos Seis Dias, contra o Egito, arqueólogos vasculharam a região em busca de sinais do acampamento de Moisés e sua gente. Nada foi comprovado. Nem os documentos e registros egípcios da época dos faraós fazem menção a Moisés e aos 40.000 escravos em fuga. Acontecimentos miraculosos e extraordinários como as pragas do Egito ou o desaparecimento do Exercito egípcio tragado pelo Mar Vermelho também não receberam nenhuma menção. Alguns historiadores acreditam que não é de estranhar tal indiferença. O Egito era a potencia militar e econômica da época, e Israel, um país sem expressão. Um fato como esse, determinante passar despercebido pelos egípcios.

Falar de mitologias na Bíblia pode parecer blasfêmia para os fundamentalistas, mas não assusta teólogos esclarecidos, pois Não se pode confundir mito com quimera. A mitologia está ligada às profundezas da alma humana. Todas as civilizações têm sua mitologia. Os seres humanos sempre recorreram aos mitos para se comunicar e tentar entender a realidade. A arte se valeu do mito em todos os tempos e cria ela própria sua mitologia. O que seria o mundo da comunicação de massa, do espetáculo, do show business moderno sem o mito? Ninguém discute que a Odisséia, de Homero, seja uma obra mitológica, mesmo sabendo que ela tem aspectos históricos comprovados. Então porque não podemos admitir os aspectos mitológicos da Bíblia? As dificuldades pra entender a Bíblia e estabelecer o que é realmente histórica e o é ficção decorrem das peculiaridades dessa obra literária incomparável. A historia da Bíblia é complexa e cheia de controvérsias.

Acredita-se que os autores dos textos bíblicos foram muitos. É provável que os relatos tenham sido escritos aos poucos, no decorrer dos séculos, por autores diversos que acrescentaram, cortaram e revisaram os escritos existentes. Os tradicionalistas dizem que os cinco primeiros livros foram escritos diretamente por Moises, sob inspiração divina. Os liberais têm certeza apenas a respeito das Cartas aos Romanos, aos Gálatas e aos Coríntios, do Novo Testamento da Bíblia cristã. Foram escritas pelo Apostolo Paulo.

Quanto aos outros autores, há muitas duvidas. Alguns, como os profetas Jeremias ou Isaias, podem ter dado uma contribuição maior nos livros que levam seus nomes, mas seriam na verdade os mestres e fundadores de uma linha de pensamento que ficou expressa e compilada em relatos posteriores. Na antiguidade era comum atribuir textos às celebridades da época. Na verdade, os textos bíblicos eram criações coletivas que iam sendo compostas e alteradas durante um longo período - Atestam os historiadores e especialistas no assunto.

Também existem incertezas a respeito da originalidade dos textos bíblicos decorrente de dois fatores. O primeiro é que não se tem certeza a respeito da fidelidade aos fatos por parte de quem os escreveu. Alem disso, também os copistas, encarregados de reproduzir os livros num tempo em que ainda não havia tipografia, cometiam erros, nem sempre involuntários. É possível que, dependendo dos valores da época, do clima político e religioso, cortassem ou acrescentassem trechos para satisfazer a ordem vigente. O papel só surgiu no Ocidente no século VII d.C Até essa época, a escrita era feita em tabletes de argila, pedra, pergaminho de pele de cabra ou papiro, uma fibra vegetal. Uma das dificuldades pra entender os textos bíblicos é a língua. A Bíblia foi escrita em hebraico em sua maior parte e também em aramaico. O hebraico bíblico tem uma peculiaridade. É escrito sem vogais, o que torna ainda mais complicada sua interpretação.

Mesmo quando se trata do Novo Testamento, a parte mais recente da Bíblia cristã, há divergências. Os Evangelhos, a principal fonte para reconstituir a vida de Cristo, foram escritos pelo menos quarenta anos após sua morte. Lucas e Marcos não conviveram com Jesus e escreveram a partir de depoimentos de terceiros. No caso de João e Mateus, os apóstolos aos quais são atribuídos os outros dois Evangelhos, existem duvidas de que tenham sido eles mesmos que escreveram a obra. Comparando os quatro Evangelhos e também o Evangelho apócrifo de São Tomé, estudiosos americanos chegaram à conclusão de que apenas 18% das palavras atribuídas a Jesus poderiam realmente ter sido ditas por ele.

Até agora, as duvidas dos cientistas a respeito dos relatos bíblicos são infinitamente maiores do que as certezas. É o que acontece com o Santo Sudário, alvo de pesquisas frequentemente contraditórias e inconclusivas. Provavelmente muitas dessas duvidas nunca terão uma resposta definitiva à luz da razão e da lógica. Para milhões de judeus, cristãos e mulçumanos devotos, isso pouco importa. Para eles, a fé na inspiração divina dos textos que consideram sagrados é muito mais confiável do que qualquer evidencia desenterrada pelos arqueólogos. É por isso que ciência e fé são coisas diferentes. Os cientistas baseiam suas teorias em informações concretas, resultantes de experiências e fatos comprovados. Os crentes retiram suas certezas de uma substancia muito mais etérea – a convicção de algo existe e é verdadeiro porque foi revelado pelo próprio Deus.

Minha opinião é que a fé não pode ser explicada pela ciência, mas também não concordo com fanáticos séctaristas protestantes, que afirma que a Bíblia é toda inspirada. Alem disso não podemos crer cegamente no que querem nos empurrar goela à baixo como verdades absolutas. Como diz a Bíblia: “Maldito o homem que confia em outro”. Eu concordo com a afirmação do Papa João Paulo II o qual dizia que a fé tem que ter a asas da razão.

O importante é que sigamos o nosso coração, pois o Amor pode revelar o verdadeiro conhecimento. No entanto não confundamos amor a Deus com amor a religião.

Carlinhos Lima – Astrólogo e Pesquisador.

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